quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Criticas X Elogios
Elogio: aprovação explicita; louvor (minidicionário Houaiss).
Tenho me deparado com afirmações como estas: “ELOGIO FAZ BEM PARA O EGO”, “A ARTE DE ELOGIAR”. Este pensamento é encontrado principalmente em livros seculares de auto-ajuda.
Particularmente, vejo uma problemática no ato elogiar.
Confesso que ouve etapas da minha vida que almejei LOUVORES, entretanto, descobri que o que realmente importa é ser aprovada por Deus, do mesmo modo, ser exortada por Ele.
Compreendo que o meu conceito de elogio é diferente do conceito de algumas pessoas.
Na minha concepção o maior reconhecimento é a ação. Eu não me limito a “PALAVRAS”.
Por exemplo, eu não preciso dizer a uma pessoa que a aprecio se eu demonstro que gosto da companhia dela...
Eu não convido qualquer pessoa para vir na minha casa, logo, quem eu convido, é porque aprecio, então, penso que dispensa palavras de aprovação.
Ainda, em certas situações concordo com Agostinho que adverte ” PREFIRO OS QUE ME CRITICAM, PORQUE ME CORRIGEM, PORQUE OS QUE ME ELOGIAM, ME CORROMPEM”.
Quando se trata do processo de educação de crianças, a problemática do elogio em escesso pode gerar conseqüências irreparáveis.
A psicanalista e educadora Rose Maria Oliveira Paim (Universidade Federal do RS), assevera que alguns pais valorizam demais os seus filhos, o que acaba provocando na criança distúrbios sociais.
“AMOR PRÓPRIO EM EXAGERO PODE FAZER MAL”.
A psicóloga Carol S. Dueck, da Universidade de Columbia nos EUA, investigou o efeito de elogios em estudantes americanos, entre outros fatores, percebeu-se que estudantes que foram muito elogiados desenvolveram insegurança e medo, uma vez que receiam falhar, procuram executar sempre as coisas mais fáceis, fogem das dificuldades apresentadas.
Roy Baumeister, da Universidade Estadual da Flórida (EUA), comprovou que uma auto imagem exagerada e o cuidado com o próximo NÃO andam juntos.
Há uma concordância entre os pesquisadores que os pais são os principais responsáveis pelas distorções na autocrítica da criança.
Há uma preocupação de psicólogos e educadores sobre a questão de que muitos pais denominam seus filhos de “PRINCIPES E PRINCESAS”, e conseqüentemente, PERFEITOS.
“A identidade de uma criança é criada tijolo por tijolo”nesse processo de construção, obediência, cooperação, respeito, justiça e sinceridade são valores imprescindíveis na formação do caráter dos pequenos.
O nome da minha filha SARA, significa princesa. A escolha deste nome, antes dela nascer remete-se ao fato de que ela é filha do Rei dos Reis (do nosso Deus), e não porque ela é a mais linda e perfeita criança do universo.
Ela já reconhece muito bem esta realidade, aos olhos do Pai, ela é perfeita como foi formada no ventre, todavia, enquanto pais, compreendemos que beleza é subjetiva, logo, não criamos expectativas doentias na vida dos nossos filhos.
Há quem diz “ há sensuras que elogiam e elogios que condenam” (Françõis de La Rochefoucauld).
Todas as vezes que esperamos ser reconhecidos através de elogios, começa a se formar em nossas vidas um palco para muitas frustrações.
De acordo com pesquisas e a cima de tudo, de um caráter cristão devemos EDUCAR, não BAJULAR nossos filhos.
Quando nosso menino jogar bola, parabenizá-lo pelo GOL, pelo respeito aos colegas,etc (se ocorreu isso), porém, com amor apontar os pontos que ele não foi tão bom assim.
Segundo Gabriel Hortêncio “elogio é uma caixinha de presente, onde muitas vezes o presente é a falsidade”.
Conforme algumas teorias (Behaviorista ou comportamentalista entre outras), o elogio visa alimentar o EGO. A Bíblia por sua vez nos norteia a crucificar o EGO.
A palavra de Deus em PV 29.5, nos assevera: “ o homem que lisonjeia o seu próximo arma uma rede a seus passos”. E ainda em Pv 28.23 diz:” O que repreende o homem gozará depois mais amizade do que aquele que elogia com a língua”.
Na verdade, sou bem econômica quando se trata de elogio. Há alguém que diz:” elogiar é despertar o orgulho”, logo compreendemos o porquê de algumas pessoas serem tão dependentes de elogios. Esta dependência os torna superficiais, fugitivos de situações de conflito, e quando confrontadas, ficam deslocadas, magoadas e geralmente fogem de qualquer missão, haja vista que são acostumadas a serem bajuladas.
Outro problema das pessoas viciadas em receber elogios é que se tornam “cegas”, acabam não discernindo quando é bajulação, quando é “um tapa de luva”...
Segmund Freud afirma: “Contra os ataques é possível nos defendermos: contra o elogio não se pode fazer nada”.
Portanto, elogios não me iludem e criticas não me abalam, ou me fazem crescer, tudo depende de quem faz a crítica e em que contexto ela é feita.
( fonte de pesquisa: Bíblia sagrada, revista Super Interessante e Google)
segunda-feira, 5 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
A Inveja, o Orgulho e a Ruína andam de Mãos Dadas
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